”(…) Fui chamado de cordeiro, mas não sou cordeiro não, preferi ficar calado a falar e levar não, o meu silêncio, é uma singela oração à minha santa de fé, meu cantar, me deu as forças que sustentam o meu vive, meu cantar, é um apelo que eu faço a Nana ê.
Sou de Nanã ê ua, ê ua, ê ua ê…”
